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Tenda prevê lançar entre 10% e 15% a mais em 2018

07/12/2017 / Categorias Mercado imobiliário
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A Tenda projeta elevar seus lançamentos de 10% a 15%, no próximo ano, em relação a 2017. Se o ritmo dos últimos 12 meses for mantido até o fim do mês, a companhia encerrará este ano com Valor Geral de Vendas (VGV) lançado de R$ 1,6 bilhão, o que representa expansão de 20% em relação a 2016.

A empresa se tornou a terceira maior incorporadora em lançamentos, atrás apenas da MRV Engenharia e da Cyrela.

A expectativa para 2018 considera que a Caixa Econômica Federal deixará de conceder recursos para financiamento à produção e que a faixa 1,5 do Minha Casa, Minha Vida deixará de existir.

Apesar dessas ponderações, o presidente da Tenda, Rodrigo Osmo, diz não estar pessimista em relação ao segmento de baixa renda, pois a demanda segue muito superior à oferta. Osmo conta que, embora a Tenda não avalie que a faixa 1,5 deixará de existir, se prepara para esse cenário. A faixa 1,5 respondeu por 40% das vendas da incorporadora neste ano. A principal atuação da companhia é em projetos da faixa 2 do programa habitacional.

Caso o banco público deixe de conceder financiamento à produção para adequar seu capital às exigências dos índices de Basileia, a Tenda estima que terá impacto de R$ 200 milhões em seu caixa no próximo ano. O número considera o crédito que deixará de ser concedido pela Caixa e os aportes que a incorporadora estima que terá de fazer.

"A questão seria um risco se tivéssemos um problema de liquidez. Temos uma posição de caixa boa, estamos captando um CRI [certificado de recebíveis imobiliários], pagamos os R$ 300 milhões que devíamos à Caixa e os R$ 100 milhões que faltavam para a Gafisa ", disse Osmo. Segundo o executivo, a posição de liquidez da companhia em 2018 será superior à dos últimos quatro anos.

Osmo afirma que será difícil que ocorram reajustes de preços dos imóveis do programa habitacional, quando se considera que o orçamento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) tende a diminuir. "Parte dos ajustes ocorrerá pela não revisão de parâmetros de preços", disse.

O afirmou que o Banco do Brasil demonstrou interesse em atuar mais na concessão de crédito imobiliário, mas que é "inegável" que a Caixa é o banco com mais experiência no segmento. "Acho que os bancos [privados] maiores deveriam prestar mais atenção e atuar [em crédito para a baixa renda] com agressividade", disse o presidente da Tenda.

Durante evento com analistas e investidores, Osmo disse que a Tenda pretende ampliar as operações para mais um mercado em 2018, mas não informou qual. A incorporadora atua nas seis principais regiões metropolitanas do país. Em relação à cidade de São Paulo, o executivo disse que o ritmo das aprovações de projetos pela Prefeitura está menor do que ocorria na gestão anterior.

Osmo disse que as aquisições de terrenos devem superar o consumo de áreas em 2018. Neste ano, a Tenda desembolsou de R$ 100 milhões a R$ 130 milhões na aquisição de terrenos, patamar que deve crescer 25% no próximo ano. Ela avalia que terá condições de pagar dividendos em 2019. O planejamento da companhia e a remuneração dos principais executivos precisa considerar o longo prazo, de acordo com presidente.

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